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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Lobisomens da Suástica [Parte 1]


All Right! Sou eu Silver Lunar novamente, neste momento iremos falar um pouco sobre os lobos da suástica, mas antes de poder prosseguir com esta temática, que eu pretendo trabalhar nesta postagem, acho que devemos entender primeiro o significado da simbologia.

A Suástica ou Cruz Gamada é uma símbolo místico encontrado em muitas culturas em tempos diferentes, acredita-se que para cada povo o seu significado se difere, os símbolos possuem detalhes gráficos bastante distintos. Uma coisa que diversificou bastante o significado dela foi o uso pelo Partido Narzista, onde houve uma alteração na posição do símbolo, fato semelhante que ocorreu com o pentagrama. Em base, nem todos os símbolos utilizados por pessoas com ideologias "péssimas" devem ser julgados como algo ruim, pois sempre existe um significado ocultado por trás.

Prosseguindo, como foi dito na minha postagem anterior, existiu um plano do governo Narzista que criou um grupo chamado de Werwolf, que mesmo após o final da Segunda Guerra Mundial, eles continuaram recebendo créditos por ataques terroristas diversos.  Essa organização desse grupo é realmente assustadora. Mas a existência desse grupo levou a pensar numa coisa, Lobisomens nas Guerras Mundiais seriam mesmo realidade?

Quem sabe, a escritora Norte-Americana Shannon Dellany também pensou nisso quando resolveu criar a série de livros "13 to Life", e em parte de seu primeiro livro descreveu uma aula de história onde os feridos da guerra continuam a afirmam que eram atacados por uma criatura misteriosa, o que se mostra ser lobisomens conforme a história avança.

E, se percebemos bem, ela utilizou um recurso bastante inteligente, realmente podemos encontrar relatos diversos de sobreviventes de guerras que sofreram bastante quando surgiu a necessidade de se abrigarem em florestas, totalmente à merce da natureza, tudo por que, além dos problemas normais numa guerra (Fome, Sede, Dor, Barulho e etc.), existia também a presença de animais selvagens e ferozes que poderiam acarretar em suas mortes

E, após um intensa pesquisa, podemos constatar que se trata de uma realidade, talvez até não fosse lobisomens, mas no meio daquele incrível caos, era de se imaginar que soldados se assustassem com a presença de outros animais, o barulho a dor que lhe eram transpassada era enorme e tremenda, a falta de recursos para vida transmitia até mesmo delírios diversos em todos eles.

Então a imaginação de todos eles afloravam muito. Mas e se não fosse animais, se realmente lobisomens estavam do lado dos aliados? Teriam eles realmente auxiliados? Este é um mistério, mas se existiu lobos aliados, também houveram aqueles que estavam do lado dos inimigos. Seriam mesmo lobisomens que estiveram ali naquela hora?
Silver Lunar - Continua

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Filme - Sobrevivendo com Lobos



Arcanjo Lycan - Silver Lunar - Sobrevivendo com Lobos - Filme - Guerra - Lobos - Sobrevivncia - Recomendao - Lio de VidaAll Rights! Sou eu Silver, hoje eu vou falar um pouco sobre um filme realmente interessante seu nome é Sobrevivendo com Lobos (Suvivre Avec Les Loups), que  é um filme baseado em Fatos Reais e se passa no período da 2° Guerra Mundial. Podemos aprender ótimas lições com esse magnífico filme.

Sinopse: 1942, Bruxelas. A menina Misha, de sete anos de idade, começa uma viagem desesperada para escapar dos nazistas e encontrar seus pais. Sozinha, traumatizada e terrivelmente vulnerável, sua salvação chega na forma de uma família de lobos, que a adota. Um amor único e poderoso se desenvolve gradualmente entre a menina e seus protetores. Misha passa por muitos episódios, – alguns trágicos, alguns engraçados – mas todos intensamente comoventes. Os lobos vão ajudar a menina a sobreviver e dar-lhe forças para continuar sua missão.

O filme se inicia com a jovem Misha na casa de seus pais, ela como qualquer criança da época, gostaria de brincar, mas acaba sendo impedida por que infelizmente ela era uma judia, e como naquela época estavam se iniciando à casa aos Judeus nem mesmo estudar ela era permitida fazer. Mas como todo pai quer o melhor para o seu filhos, os pais deram um jeito de fazer a menina estudar, mas nem mesmo isso estava sendo possível, então eis que, ao pagarem uma família, eles enviaram a jovem para uma casa de uma família.

ATENÇÃO: ESTA POSTAGEM CONTÉM SPOILERS

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Little Women and Werewolves


Pequeninas Mulheres e Lobisomens

Divulgação: Little Women and Werewolves


Um marco literário - o projeto original, suprimido do romance clássico!

Little Women é um clássico atemporal. Mas o primeiro rascunho de Louisa May Alcott - antes de seu editor afundar seus dentes nele - foi ainda melhor. Agora, o texto original foi finalmente exumado. Nesta versão sem censura, as meninas começam a aprender algumas lições sobre morder, transformando-se de garotas selvagens em pequenas mulheres, assim como seus amigos e vizinhos se transformam em malignos lobisomens sedentos de sangue!

Aqui estão tomboy Jo, Beth, Srta. Amy, e de bom coração temos Meg e o mais amável vizinho Laurie Laurence, agora condenados a rondar a noite sob quatro patas, mutilando e devorando os habitantes locais. Como as fúrias da guerra civil, as meninas aprenderam os valores de serem amáveis, os méritos da paciência e da graça, e os benefícios de se conhecer um lobisomem que pode estripar seu professor.

Com momentos emocionantes e de gelar o sangue, este clássico rejuvenescido vai ser valorizado e estimado por aqueles que amam uma lição de virtude, quase tanto como eles gostam de um bom e velho desmembramento.


Autoria de Porter Grand

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Uivos


Os uivos dos lobisomens são suas formas de expressão mais poderosas e evocativas. Uivando, os Lupinos podem condensar enormes quantidades de informação numas poucas palavras. Dominar o uivo é o trabalho da vida de um Galliard (para a irritação de seus amigos, se ele não for talentoso), para eles, o uivo é mais que uma forma de comunicação, o uivo é uma arte!

Os uivos costumam ser iniciados por um lupino, mas outros se juntam prontamente ao primeiro. Qualquer que seja o uivo empregado despreza-se a harmonia, valorizando-se a cacofonia. Quando dois lupinos atingem a mesma nota, um instintivamente eleva o registro, mantendo assim a dissonância. Através dessas técnicas consegue-se fazer com que a matilha pareça maior do que realmente é, de modo a intimidar os inimigos.

Existem vários tipos de uivos; eis os mais comuns:

· Hino de Guerra.
Os Dançarinos da Lua elevam este inspirador grito de guerra para congregar seus irmãos para a batalha, ou para animá-los se perderam o ânimo.

· Chamado de Socorro.
Usado pelos lobisomens para pedir a ajuda de sua matilha. Embaraçoso, mas ocasionalmente necessário. O uivo soa um pouco como o latido de um cachorrinho pela mãe.

· Chamado para a Caçada.
Uma ulução longa e baixa usada para alertar a matilha sobre a posição e o tipo da presa.

· Cântico de Desafio.
O Cântico é um recital sistemático do nome de um indivíduo, sua matilha, seita, linhagem tribo e façanhas, seguido por um insulto criativo aos hábitos pessoais desse indivíduo, sua ascendência e façanhas. Obviamente, este uivo é usado para iniciar duelos.

· Maldição de Desonra.
A seita ou tribo usa este rosnado para desonrar e escarnecer daqueles que caíram em desgraça.

· Réquiem dos Caídos.
Este é um uivo lúgubre, baixo e longo, empregado como um réquiem por aqueles que morrem de forma honrosa; o volume e a duração dependem da posição do falecido na sociedade lupina.

· Rosnada de Precedência.
Uivado por um Lobisomem que deseja travar um combate lobisomem-a-lobisomem com um inimigo. A rosnada não precisa ser atendida pelos indivíduos de maior Renome, mas geralmente ela é.

· Canção de Escárnio.
Este é um tom particularmente irritante que os Ragabash acrescentam aos outros uivos. Ele não falha em enfurecer Ahroun, Senhores das Sombras, etc. É um gesto insultuoso. O equivalente de um lupino a mostrar o dedo médio.

· Sinfonia do Abismo.
Um ganido reverberante e enlouquecido. A canção é planejada para aterrorizar as presas, e normalmente funciona.

· Grito de Alerta.
Este uivo é um sinal geralmente mais perigoso, usado com freqüência para avisar sobre desastres naturais.

· Aviso sobre a aproximação de Inimigos.
Um uivo muito agudo, emitido numa série de rajadas em estacado. Emprega-se este uivo para anunciar a presença dos lacaios, humanos, vampiros ou até mesmo lupinos.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aprendendo Mais sobre os Lupinos


O que é uma Matilha?!

Um pequeno grupo de Lupinos de espécies diferentes, vinculados uns aos outros por laços de amizade e por uma missão comum. A Matilha é tudo que há de mais importante no mundo para os Lupinos, podemos observar isso conforme o glifo abaixo:

”E, eu, Brancas-Patas-Reluzentes,
caí por terra, chorando,
pois minha matilha estava morta,
e sem ela não sou nada.
Nada faço com minhas patas,
ou olhos, ou braços, ou pernas,
ou pêlo, ou pele.
Sou incompleto, sou nada.
Minha matilha morreu.
Tudo que desejo é juntar-me a ela.”

Para aqueles que são órfãos, a Matilha é a família que nunca pensaram em ter, ela evita que eles se percam no ódio, na raiva, na desconfiança e desarmonia que o mundo pode vir a causar na mente de um jovem Lupino.

Toda Matilha tem um Protetorado, ou seja, um território requerido e patrulhado pela Matilha. Quando um lupino abandona a sociedade a qual pertence, seja de forma voluntária ou forçada, ele torna-se um Ronin, o Lobo Solitário.

Conflitos Dentro e Fora de uma Matilha

Lupinos contra Humanos:

Até hoje alguns lupinos consideram a si mesmos os mestres por direito da raça humana, mas deviam se cuidar, os humanos representam a maior de todas as ameaças (ao menos no sentido físico) que se colocam contra nós, lupinos. A onda inexorável de civilização é o maior inimigo a medida que a praga da urbanização devora as terras e os lupinos, tal lobos famintos no inverno são forçados a lutar entre si pelos minguantes recursos de Gaia (Planeta Terra). Muitos Lupinos defendem uma postura genocida contra os humanos, e decerto todos concordam que alguma coisa precisa ser feita para abrandar a explosão demográfica e a poluição antes que seja tarde demais.

Lupinos contra Vampiros:

Sob muitos aspectos, os lobisomens e os vampiros tornaram-se inimigos. Para aumentar seus rebanhos de humanos, os vampiros promovem ativamente aquilo que os lupinos mais temem: a expansão urbana. Embora a guerra entre lobisomens e vampiros não seja tão aberta quanto alguns acreditam, ainda é um evento comum. As guerras políticas dos vampiros podem envolver os lobisomens de diversas formas.

Lupino contra Lupino:

Embora os lobisomens supostamente compartilhem os mesmos objetivos, isto não os têm impedido de travar batalhas entre si. As tribos de índios americanos odeiam os invasores, mesmo que sejam lupinos. Essas batalhas costumam assumir o aspecto de desafios formais ou semi-formais, mas podem se tornar extremamente violentas no espaço de um segundo.

Membro de Matilha contra Membro de Matilha:

O ambiente de uma matilha é muito volátil, considerando que é formado por estranhos que descobriram que não são o que pensavam que fossem. Normalmente uma matilha é uma verdadeira panela de pressão, e os conflitos que surgem dentro dela podem ser tão brutais quanto qualquer guerra Mundial.

Matilha contra Matilha:

A competitividade instintiva entre lupinos concentra-se fora da matilha depois que seus membros tenham estabelecido a ordem interna. Cada matilha quer os deveres e as cruzadas que ofereçam maior Renome. Além disso, a maioria das matilhas possui territórios que consideram seus, e eles não gostam de invasores de nenhum tipo.

Costumes contra Mudança:

A sociedade lupina baseia-se em seguir e perpetuar os costumes do passado. Porém, alguns lupinos exigem que este aspecto de si mesmos seja descartado, porque consideram que esse conservadorismo tenha sido o motivo do fracasso da espécie. Os novos tempos criaram costumes novos e forçaram a revogação de costumes antigos, mas o ritmo das mudanças é sempre calorosamente debatido entre eles.

Diversidade Lupina

Amor: Os Lupinos são seres emotivos e as paixões evocadas pelo amor podem ser sentidas entre eles com a mesma força que é sentida entre os humanos. Como Lupinos estão decaindo em número, alguns lobisomens consideram seu dever encontrar um parceiro e gerar uma prole. Outros não conseguem evitar essas emoções.

Vidas Passadas: Assim como a História, as tradições e os rituais dos Lupinos afetam a sociedade moderna dos lobisomens, também o indivíduo Lupino pode estar intimamente ligado ao passado. Os Lupinos têm uma tendência a recordar suas encarnações anteriores. A descoberta do sucesso ou do fracasso de um ancestral pode gerar um flashback tão real que o lobisomem pode chegar ter uma transformação indesejada.

Renúncia: De acordo com os dogmas de sua cultura, os Lupinos podem se aliviar da responsabilidade pelo que são ou foram no passado. Este processo é chamado renúncia; um lobisomem que torna-se uma nova pessoa. Todas as honras e postos mantidos em sua ”vida” anterior são perdidos. Ele tem então a oportunidade de recomeçar do zero. 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Puritanos e as Bruxas de Salem


 
Massachusetts foi uma colônia britânica na América do Norte fundada por puritanos descontentes com a Igreja Inglesa. Suas posições calvinistas eram mais conservadoras do que as de outros grupos protestantes.

Os puritanos desejavam uma Igreja forte que tivesse poderes civis. Esse ideal gerou leis como a de que somente os membros da Igreja Puritana tinham direito ao voto a cargos públicos. Em Masschusetts tornou-se obrigatória à presença da Igreja nas cerimonias oficiais do Estado. Além disso, os novos credos passavam pela aprovação da Igreja e do Estado, e a desobediência às rígidas normas doutrinais era punida conjuntamente.

A característica autoritária dessa associação Igreja-Estado desembocou numa perseguição implacável a todas as formas de contestação reais ou imaginárias. Em 1692, na cidade de Salem um grupo de adolescentes acusou várias pessoas da comunidade de enfeitiça-las, dando inicio a um surto de bruxaria. Apesar de esse tipo de acusação ser comum no período de Salem, os acontecimentos levaram a cidade à histeria coletiva. Tudo era atribuído às ações do demônio: moças que olhavam pelo chão aos gritos, pessoas que caiam doentes sem causa aparente ou que não acordavam pela manha, animais que morriam e até as árvores que secavam.

Os acusados eram convocados a comparecer diante de um juiz que colocava frente a frente com seu acusador. Era comum as moças “enfeitiçadas” terem novo ataque histérico diante do réu. Os “bruxos” eram enviados à prisão e examinados, pois se acreditava que intimidades com o demônio deixavam marcas no corpo, como tumores, manchas, polegares deformados, etc.

As acusações atingiam pessoas de todos os níveis, ate mesmo as que gozavam de alto prestígio social. Submetidas à tortura, muitas confessavam ter relações com o demônio e haver realizado feitiços. Tais acontecimentos faziam parte de um mundo cristão, cuja crença nas forças do mal e sua ação efetiva no mundo eram incontestável. Sem duvida, contribuíram para o episodio de Salem as inflamadas pregações dos pastores como Cotton Mather, autor de um dos mais influentes livros do período, “As maravilhas do mundo invisível”. No livro, ele descreve com minúcias as forças malignas que incidiam sobre o mundo.

O caso de Salem recebeu diversas explicações. As de caráter psicológicos enfatizaram a supervalorização demoníaca de conflitos comuns, como entre pais e filhos, por exemplo. Também ressaltaram que, numa vida extremamente regrada pela dura doutrina calvinista, a possessão demoníaca era uma porta de saída.

Outras abordagens ressaltam as tensões sociais internas das colônias, onde acusar um rival tinha grande peso e efeito politico. Além disso, a Nova Inglaterra vivia em estado de tensão decorrente dos conflitos entre indígenas e puritanos. Muitos colonos haviam sido mortos ou capturados. Também foram colocados questão as frustações dos protestantes, que esperavam construir na América um mundo regido pelas leis de Deus e da Bíblia.


Independentemente do que as originaram, as tensões permaneceram.

Os pastores puritanos viram no surto de bruxaria um modo de recuperar o controle e o entusiasmo do grupo, atribuindo todos os problemas a atuação do demônio. O saldo final dos acontecimentos de Salem foi à prisão de mais de duzentas pessoas e a execução de seis homens e de quatorze mulheres.


Fonte: Ser Protagonista História 2° Ano por Fausto Henrique e Marcos Alexandre. SM EDIÇÕES

domingo, 10 de junho de 2012

Anos de Perseguição



Lobisomens X Vampiros

O tempo passou e os lobisomens não deram trégua, dos tempos da grande Babilônia até a queda do Império Romano travaram-se batalhas intensas entre as casas de Luna e se estendeu até os filhos de Caim. 

Os lobisomens na sua forma real eram praticamente indestrutíveis, na época, praticamente não existia arma no mundo que penetrasse seu couro e seu poder de cura na forma transmorfa era impressionante. Por isso, a única forma de se matar um lobisomem era quando este estivesse na sua forma humana. Já os vampiros eram mortos se cortavam-lhe a cabeça. 

Os vampiros não tinham como identificar um lobisomem, ao contrário dos lobisomens que sentiam a presença dos vampiros só pelo odor, isso por que, os lobisomens foram criados para caçar, era seu instinto primário, era a força que regia sua alma e viam nos vampiros uma espécie de brinquedo. 

Os vampiros se transformavam quando se achava necessário, mas os lobisomens só tornavam a “Besta Fera” quando sentiam que o perigo estava aproximando-se. Os lobisomens conseguiam perceber a presença de um vampiro ou um humano num raio de 3 km, o que era pouco, pois nos primórdios da humanidade as cidades eram muito distantes umas das outras e o perigo quase que constante. 

Os vampiros julgavam-se mais racionais, mas é claro que também são movidos pelo instinto, e como todo ser puramente instintivo, não conseguem racionalizar suas atitudes e decisões na maioria das vezes, por outro lado temos os lobisomens que se tornam irracionais na forma lupina, partindo à caça por puro impulso, uma verdadeira máquina de matar, podemos dizer que na forma humana, as feras mantem-se discretas. 

O nível de percepção dos lobisomens lhe deu grande vantagem sobre os vampiros, eles sabiam onde procurá-los e como se esconder deles. Os vampiros não tinham nenhuma noção de quem poderia ser um lobisomem, a não ser pelos diferenciais físicos que estudavam, porém isso não ajudava muito, poderia ser até mesmo um conhecido só esperando o momento certo para se transformar e por consequência atacá-lo. 

Vampiros vivem em grupos, tal como os lobisomens, mas ambos sustentavam alguns hábitos solitários. Nos tempos mais antigos, o número de vampiros era menor (5 lobisomens para cada vampiro) na Idade Média a proporção que era de quase 100 vampiros para 1 lobisomem, o que foi preocupante aos lupinos. 

Preocupados com a crescente investida dos vampiros, os lobisomens conjuraram e usaram o poder da Igreja Católica para investir contra seus inimigos. Mas sabiam que isso acabaria de alguma forma respingando nos próprios adoradores da Lua.

Aproveitando a sede de sangue da Santa Igreja e a cegueira dos seus líderes, os vampiros por meio de seus Afiliados* conseguiram certo grau de status na sociedade, pois juntavam muitas riquezas e viviam de uma forma menos perigosa e mais discreta do que os lupinos.
Como se sentiam amaldiçoados, os vampiros não entravam nas igrejas e nem tocavam em símbolos religiosos, tudo que remetia ao Deus Cristão era evitado por eles, por isso usaram os Afiliados, muitos deles clérigos da época, para penetrar no seio da Igreja Católica e nas Ordens de Templários.

A Santa Inquisição e as Cruzadas quase acabaram com os Lobisomens e Bruxas que viviam na Europa, Ásia e norte da África, se a proporção no ano de 1100 a.C era de 100 vampiros para um lobisomem, agora ela já triplicava e os lupinos ficavam cada vez mais acuados na sociedade.

Vampiro Moderno
Na atualidade as rivalidades entre vampiros e lobisomens perderam sua intensidade. Os vampiros conseguem assimilar bem as mudanças que ocorrem no decorrer dos anos. Os lobisomens são totalmente integrados a sociedade, mas há quem diga que, por causa de seu instinto, acabam envolvendo-se mais em conflitos com humanos. Hoje é muito difícil encontrar um lobisomem e até mesmo um vampiros, pois há uma série de  restrições que eles sofrem para tentar se protegerem. Não se sabe ao certo o número que atualmente existe integrado na humanidade, mas sabemos que somos bem poucos e que buscamos apenas proteção.


* Afiliado é um humano que tem aspirações por tornar-se vampiro ou quer simplesmente enriquecer e ganhar prestígios auxiliando aos mesmos.