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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aprendendo Mais sobre os Lupinos


O que é uma Matilha?!

Um pequeno grupo de Lupinos de espécies diferentes, vinculados uns aos outros por laços de amizade e por uma missão comum. A Matilha é tudo que há de mais importante no mundo para os Lupinos, podemos observar isso conforme o glifo abaixo:

”E, eu, Brancas-Patas-Reluzentes,
caí por terra, chorando,
pois minha matilha estava morta,
e sem ela não sou nada.
Nada faço com minhas patas,
ou olhos, ou braços, ou pernas,
ou pêlo, ou pele.
Sou incompleto, sou nada.
Minha matilha morreu.
Tudo que desejo é juntar-me a ela.”

Para aqueles que são órfãos, a Matilha é a família que nunca pensaram em ter, ela evita que eles se percam no ódio, na raiva, na desconfiança e desarmonia que o mundo pode vir a causar na mente de um jovem Lupino.

Toda Matilha tem um Protetorado, ou seja, um território requerido e patrulhado pela Matilha. Quando um lupino abandona a sociedade a qual pertence, seja de forma voluntária ou forçada, ele torna-se um Ronin, o Lobo Solitário.

Conflitos Dentro e Fora de uma Matilha

Lupinos contra Humanos:

Até hoje alguns lupinos consideram a si mesmos os mestres por direito da raça humana, mas deviam se cuidar, os humanos representam a maior de todas as ameaças (ao menos no sentido físico) que se colocam contra nós, lupinos. A onda inexorável de civilização é o maior inimigo a medida que a praga da urbanização devora as terras e os lupinos, tal lobos famintos no inverno são forçados a lutar entre si pelos minguantes recursos de Gaia (Planeta Terra). Muitos Lupinos defendem uma postura genocida contra os humanos, e decerto todos concordam que alguma coisa precisa ser feita para abrandar a explosão demográfica e a poluição antes que seja tarde demais.

Lupinos contra Vampiros:

Sob muitos aspectos, os lobisomens e os vampiros tornaram-se inimigos. Para aumentar seus rebanhos de humanos, os vampiros promovem ativamente aquilo que os lupinos mais temem: a expansão urbana. Embora a guerra entre lobisomens e vampiros não seja tão aberta quanto alguns acreditam, ainda é um evento comum. As guerras políticas dos vampiros podem envolver os lobisomens de diversas formas.

Lupino contra Lupino:

Embora os lobisomens supostamente compartilhem os mesmos objetivos, isto não os têm impedido de travar batalhas entre si. As tribos de índios americanos odeiam os invasores, mesmo que sejam lupinos. Essas batalhas costumam assumir o aspecto de desafios formais ou semi-formais, mas podem se tornar extremamente violentas no espaço de um segundo.

Membro de Matilha contra Membro de Matilha:

O ambiente de uma matilha é muito volátil, considerando que é formado por estranhos que descobriram que não são o que pensavam que fossem. Normalmente uma matilha é uma verdadeira panela de pressão, e os conflitos que surgem dentro dela podem ser tão brutais quanto qualquer guerra Mundial.

Matilha contra Matilha:

A competitividade instintiva entre lupinos concentra-se fora da matilha depois que seus membros tenham estabelecido a ordem interna. Cada matilha quer os deveres e as cruzadas que ofereçam maior Renome. Além disso, a maioria das matilhas possui territórios que consideram seus, e eles não gostam de invasores de nenhum tipo.

Costumes contra Mudança:

A sociedade lupina baseia-se em seguir e perpetuar os costumes do passado. Porém, alguns lupinos exigem que este aspecto de si mesmos seja descartado, porque consideram que esse conservadorismo tenha sido o motivo do fracasso da espécie. Os novos tempos criaram costumes novos e forçaram a revogação de costumes antigos, mas o ritmo das mudanças é sempre calorosamente debatido entre eles.

Diversidade Lupina

Amor: Os Lupinos são seres emotivos e as paixões evocadas pelo amor podem ser sentidas entre eles com a mesma força que é sentida entre os humanos. Como Lupinos estão decaindo em número, alguns lobisomens consideram seu dever encontrar um parceiro e gerar uma prole. Outros não conseguem evitar essas emoções.

Vidas Passadas: Assim como a História, as tradições e os rituais dos Lupinos afetam a sociedade moderna dos lobisomens, também o indivíduo Lupino pode estar intimamente ligado ao passado. Os Lupinos têm uma tendência a recordar suas encarnações anteriores. A descoberta do sucesso ou do fracasso de um ancestral pode gerar um flashback tão real que o lobisomem pode chegar ter uma transformação indesejada.

Renúncia: De acordo com os dogmas de sua cultura, os Lupinos podem se aliviar da responsabilidade pelo que são ou foram no passado. Este processo é chamado renúncia; um lobisomem que torna-se uma nova pessoa. Todas as honras e postos mantidos em sua ”vida” anterior são perdidos. Ele tem então a oportunidade de recomeçar do zero. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A Crônica dos Segredos - Gehenna



E o mundo ficará gelado,
e coisas impuras borbulharão da terra.
E grandes tempestades virão, o relâmpago a iluminar,
fogos, bestas apodrecerão e seus corpos,
retorcidos, tombarão.
Então, nossos Grandes Mestres se erguerão
da terra.
Eles quebrarão seu jejum
na primeira parte de nós
eles nos consumirão inteiramente...
E vocês reconhecerão esses últimos tempos pela
Era do Sangue Fraco,
que marcará os vampiros que não podem Procriar,
vocês os reconhecerão pelos Sem clã,
que virão para mandar
vocês os reconhecerão pelos Selvagens,
que nos caçarão até mesmo nas mais fortes cidades
vocês os reconhecerão pelo despertar
de alguns dos mais antigos...
e aqueles que comem o sangue do coração, florescerão
e os Membros se aglomerarão,
e a vitae será tão rara quanto os diamantes...
Brilhe de negro o Sol!
Brilhe de sangue a Lua!
A Gehenna está próxima.

O Livro de Nod

Vampiro: A Máscara — O Que Eles Pensam Sobre Nós?


O texto abaixo é composto por trechos do Livro de RPG Vampiro: A Máscara, o qual eu li atentamente, por sinal gostei bastante, a série de RPG retrata bem o universo vampiresco e obviamente que cita bastante coisa sobre os licantropos. Espero que apreciem a leitura, da mesma forma que eu curti. E acima de tudo não esqueçam que mesmo que pareça real, o jogo de RPG é apenas uma fonte de entretenimento, então não saiam por aí fazendo besteiras.

Embora existam exceções, os vampiros tendem a permanecer nas proximidades das cidades que, por sua vez, oferecem inúmeras oportunidades para a caça, acordos e politicagem — além do mais, o campo costuma oferecer perigo. As regiões selvagens são o lar dos Lupinos, os lobisomens, que são os eternos inimigos dos vampiros e que não desejam nada além de acabar com eles.
Lupinos

Fora das ruas seguras da cidade, a terra pertence aos Lupinos, os eternos inimigos dos vampiros. Também conhecidos como lobisomens, os Lupinos parecem viajar em bandos, como muitos lobos o fazem. Os lobisomens são universalmente temidos pelos vampiros como matadores cruéis e eficientes, e vários Membros alegam já ter presenciado um único lobisomem acabar com um grupo de vampiros. Exclusivistas e xenófobos, os Lupinos desprezam os Membros; o motivo preciso por trás dessa aversão é desconhecido, mas um vampiro apanhado por um lobisomem está com certeza em terrível perigo. Membros mais sábios sabem que devem permanecer nas cidades, e que deixá-las é procurar encrenca. Nas noites de lua cheia, os Membros podem ouvir seus uivos e sentir sua ferocidade na brisa noturna.

Os últimos anos são testemunhas da crescente agressividade por parte dos Lupinos. Outrora relutantes em deixar seus domínios, grupos de lobisomens têm invadido as cidades nos últimos tempos, para perseguir Membros, ou até mesmo para atacar os domínios dos vampiros. Os vampiros do clã Gangrel, que conhecem os costumes dos Lupinos melhor do que qualquer outro Membro, temem que uma grande guerra esteja para acontecer, e que o primeiro golpe da última batalha da Jyhad venha de um lobisomem, e não de um vampiro. (Nota do Arcanjo: E que o último golpe também seja nosso)

Lobisomens

Os vampiros são criaturas urbanas e sempre foram. Contudo, além da facilidade de acesso às suas presas há mais motivos que os mantêm presos aos seus domínios urbanos. Muitos vampiros que tentam cruzar os terrenos abertos morrem antes de chegar a seus destinos. Eles caem nas garras dos inimigos ancestrais dos Cainitas: os Lupinos — os lobisomens.

Nem mesmo os historiadores mais antigos entre os Cainitas sabem dizer quando a guerra entre os vampiros e os Lupinos começou. Tanto quanto se sabe, o ódio entre as duas espécies existe desde o aparecimento delas. E, como acontece em qualquer rixa, cada morte alimenta ainda mais a fogueira da hostilidade.

Nenhum vampiro é capaz de sair ileso de um combate contra uma matilha de lobisomens; a lenda conta que até mesmo Matusaléns já caíram sob as garras dos Lupinos (ou as presas de seus próprios semelhantes logo em seguida a um confronto do qual tenham saído vitoriosos, porém enfraquecidos).

Até hoje, essa guerra entre os Lupinos e os Cainitas continua. Os vampiros odeiam, ressentem-se e até temem os lobisomens e seus ataques de fúria. Quanto à perspectiva dos lobisomens sobre a guerra, pouco se sabe. Alguns estudiosos do ocultismo postulam que os lobisomens empenham-se em arrasar a civilização moderna, reduzindo a humanidade ao primitivismo tribal para que eles possam governar o mundo incivilizado novamente. Se isso for verdade, os vampiros, como senhores dos territórios urbanos, pareceriam estar "atrapalhando a passagem". Outros estudiosos rebatem, dizendo que os Lupinos são capazes de "farejar" vampiros e que eles perseguem os Membros como parte de alguma Jyhad religiosa deles. Os Lupinos, por sua parte, recusaram-se a explicar suas ações — e os Membros preferem vê-los extintos a alcançar alguma paz tardia, por isso à carnificina continua.

Em alguns lugares do mundo, existem rumores sobre outros tipos de licantropos — os homens-jaguares na Bacia Amazônica, os espíritos-raposa no Oriente, e até mesmo uma agremiação urbana de licantropos que fervilham sob os túneis dos Nosferatu. Contudo, se tais criaturas existem, elas são ainda mais esquivas do que os Lupinos e ainda não se mostraram. Considerando a quantidade de problemas que os Cainitas têm com os lobos às suas portas, os Membros não têm nenhuma pressa em enfrentar metamorfos de outras espécies.

Poderes e Fraquezas

• Os Lupinos podem assumir a forma de lobos e de humanos, assim como formas intermediárias que associam características de ambas. A mais aterradora de todas é sua forma de combate de "homem-lobo", uma máquina de matar de 3 metros de altura, com cabeça de lobo, que inspira um terror sobrenatural nos humanos. Quando nesta forma, seus Atributos Físicos são duplicados, mas eles não podem usar os Atributos Sociais em relação a outras criaturas que não os próprios lobisomens e as feras selvagens (exceto para intimidar ou aterrorizar, evidentemente).

• Os Lupinos curam-se com incrível rapidez, regenerando um nível de vitalidade a cada turno. Somente o fogo, a prata, ou as garras e dentes de outras criaturas sobrenaturais (como as presas de um vampiro) são capazes de provocar ferimentos duradouros num. lobisomem, sendo que eles são capazes de curar mesmo esses ferimentos da mesma maneira que os humanos. Mas, o pior é que os lobisomens conseguem absorver esse dano com facilidade. Considere que todos os tipos de dano — contundente, letal e agravado — podem ser absorvidos com o Vigor normal do lobisomem. Entretanto, como eles são seres vivos, o dano por contusão aplicado a eles não é dividido ao meio como no caso dos mortos-vivos.

• Os lobisomens alimentam seus poderes naturais com a Gnose, uma medida da sua energia espiritual inata. Esta Gnose é uma "bateria" de várias qualidades, como os pontos de sangue. Os lobisomens readquirem Gnose por meio de profunda meditação, ou barganhando com os espíritos.

• Aparentemente, os Lupinos são capazes de cruzar invisivelmente o "mundo dos espíritos", e às vezes surgem do nada, para atacar seus adversários.

• O acônito não é de nenhuma valia contra os Lupinos, porém a prata é, realmente, o seu calcanhar de Aquiles. Os lobisomens não são capazes de absorver o dano causado por armas de prata e não conseguem regenerar tais ferimentos com a rapidez habitual.