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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Fatos e Mitos



O autêntico folclore a respeito dos lobisomens é um assunto complicado. As contradições comuns, e muitos mitos sobre pessoas capazes de se transformar em animais tratam tecnicamente de bruxas, e não de “monstros metamorfos”. Além disso, alguns elementos folclóricos sobre os lobisomens, aceitos popularmente, são invenções recentes (a bala de prata é praticamente uma criação Hollywoodiana). Sendo assim, qual desses mitos são reais no que diz respeito a concepção licantrópica e quais são ideais errôneos de seres humanos?

Os Lobisomens contraem a licantropia quando são mordidos por outro lobisomem.
- Mito! Os Lobisomens já nascem com essa capacidade, apesar de que alguns se consideram humanos a princípio. Um Lobisomem jovem pode ser mordido por outro lobisomem antes de sua Primeira transformação, mas a mordida não transmite a condição. É mais um iniciação, o primeiro passo na estrada que leva à descoberta do que ele realmente é.

Os Lobisomens se transformam somente durante a noite e durante as luas cheias.
- Mito, mas tem fundo de verdade! Os Lobisomens estão ligados à Lua, é cultural isso! E são influenciados pela Lua em que nasceram e geralmente a Primeira Transformação tende a ocorrer nesta Lua de Nascimento.

Só a prata é capaz de matar Lobisomens.
- Mito! Com algum fundamento nos fatos. Os lobisomens podem morrer se receberem uma grande quantidade de dano proveniente de qualquer fonte, mas eles são capazes de se recuperar rapidamente. Em tese, uma surra muito bem aplicada pode matar um lobisomem.

Os Lobisomens são alérgicos ao Acônito.
- Mito! Em grande parte. O Acônito, ou Mata-Lobos, pode afetar os lobisomens, mas só quando impregnado com poderes sobrenaturais. Sozinho, não passa de uma planta comum.

Os Lobisomens são bruxos que usam pele de Lobo para se transformar.
- Mito. Mais uma vez, os lobisomens já nascem assim; não precisam recorrer a rituais mágicos para garantir a própria condição.

Os Lobisomens perdem sua inteligência/capacidade de raciocínio lógico quando mudam de forma.
- Mito. Em grande parte. Na maioria das formas, o lobisomem conserva toda sua inteligência, apesar de apresentar um certo grau de instinto predatório em todas elas. A exceção fica por conta da Última Forma, o lobisomem que assume essa forma ainda é capaz de raciocinar, porém ele só pensa no desejo de destruição e é capaz de atacar qualquer ser que se ponha a sua frente.

É possível identificar um Lobisomem em sua forma humana por sinais como sobrancelhas unidas ou os dedos indicadores e médios de mesmo comprimento.
- Mito. A forma humana de um lobisomem é uma camuflagem perfeita.

Os Lobisomens são seres solitários.
- Em parte, mito! Os lobisomens vivem em alcatéias, tal como os Lobos. No entanto, alguns deles não se misturam muito bem com os seres humanos, a maioria prefere a companhia da própria espécie. Sem falar que ainda assim, preferem a companhia de humanos do que de Mestiços. Os mestiços é que geralmente são os “Lobos Solitários”.

Se for decepada a pata de um Lobisomem em sua forma lupina, ela se transformará numa mão humana.
- Fato! Se for decepada, a mão ou a extremidade de um lobisomem se reverterá à forma humana dessa parte do corpo, exatamente como um lobisomem morto se transformará num cadáver humano. Há quem diga que a regra aplica-se ao sangue também, que mesmo que estudado a fundo, não identificará que é um sangue não humano.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Darwinismo Oculto - Leitor no Blog



No final do mês de Agosto tive o prazer de receber um e-mail de um leitor que pediu para ser denominado de Ryan Solis. A princípio fiquei com “a pata atrás”, tenho um grande histórico de conversas com leitores que terminaram mal sucedidas, mas Ryan em especial não me procurou com intenções tolas de como tornar-se um lobisomem, a propósito, este nunca foi o objetivo do Arc.

Após alguns e-mails trocados, chegamos a vários pontos em comum, um deles, talvez o que eu julgue o mais interessante é o de desmitificar as lendas, ou melhor, tirar toda a coberta imposta por períodos de domínio da Igreja sobre o homem, deturpando verdades, tornando seres reais como lendas, manipulando a espécie humana, formando crenças com uso de falsas palavras.

Bem, aqueles que nos lêem freqüentemente, sabem que o Arcanjo Lycan sempre procurou um pouco de imparcialidade nos assuntos, sempre deixo ao leitor a idéia de certo ou errado, verdadeiro ou falso, procurando abordar todos os pontos possíveis, mas este leitor abriu-me os olhos de uma forma muito interessante, apresentou um breve estudo o qual será resumido abaixo, abordando a temática principal do Blog Arcanjo Lycan: Os Lobisomens.

O Darwinismo Oculto de Ryan Solis

“A verdade pela qual não conseguimos compreender mais o que era revelado anos atrás são influências que vem das mídias, culturas, pessoas, jornais, comerciais, etc. Tudo que é criado pelo homem para limpar sua mente e usar como parasita, teorias para explicar o inexplicável (...).” O homem, ou melhor, dizendo, os fragmentos de Deus dentro de alguns homens, tentam sobressair-se e calar a verdade, construindo muralhas de mentiras que confundem inclusive a mente das “lendas” envolvidas.

No estudo apresentado por Ryan, a crença em seres como Lobisomens, Vampiros, Bruxos, a magia em si, está diretamente ligada à crença em um ser superior, criador das coisas. Porém, o meio de propagação da “Idéia Divina” por várias vezes se vê repleto de ruídos e contradições internas.

“A própria Igreja desacredita de anjos, serafins, querubins e arcanjos. Onde está o sentido daquela que profana a fé a todos, desacreditando destes seres, então por que acreditar em um Deus?”

As idéias de como os lobisomens passaram a existir foi bem imposta no texto abaixo:

Algumas mulheres da época que não podiam dar a luz e criar uma família, por causa disso resolveram aprender os princípios básicos da medicina para tornarem-se parteiras de suas determinadas aldeias.
 
Essa atitude era feita para justificar suas carências, por isso era tudo tão prazeroso. Mas nem tudo é perfeito, após muito tempo sendo encarregadas por essa função, não suprimiam a vontade de gerarem filhos. Isso fez a alma dessas mulheres enfraquecerem, fazendo a fé ser apenas uma palavra.
 
Num determinado momento, quando suas almas estavam extremamente enfraquecidas, um dos sete pecados capitais pôde dominá-las, este se chama Inveja e o demônio responsável por este pecado é o Leviathan. Suas mentes foram dominadas e a mesma frase martelava em suas cabeças desprovidas de fé: 
 
- Eu não posso dar a luz, então ninguém mais poderá!
 
A Inveja sucumbiu todos os outros sentimentos e desejos de algumas parteiras, que trabalhavam empunhando um comprido e fino pedaço de aço de aproximadamente quinze centímetros, o qual na ponta havia gancho na forma de um anzol e o escondiam no braço, cobertos por suas vestes, e no momento do parto, elas enfiavam na região da vagina, assim matando a criança antes de dar a luz.
 
Um plano infalível na época parecera que a criança teve complicações naturais, levando a morte. Continuando insatisfeitas foram procurar por algo pior e que não necessitaria da ferramenta pontiaguda.
 
Um ser aproveitou-se disso e procurou por essas mulheres para fazer um pacto, elas poderiam gerar filhos e as outras mulheres saudáveis teriam menos chance de dar a luz. A troca seria a seguinte, essas “assassinas” gerariam filhos de Lúcifer, mas o objetivo verdadeiro da Estrela da Manhã era criar uma criatura perfeita que vagasse na terra e não precisasse da possessão para promover sua palavra, a futura criança é o Anticristo. Algumas dessas mulheres geravam crianças que nasciam deformadas. Muitos fetos eram jogados em lagos, florestas, abismos, etc., o que acabou gerando muitas das lendas que conhecemos atualmente.
 
Outras mulheres ficavam encantadas quando davam a luz, mesmo sendo diferentes das demais crianças, e cuidavam de suas crias. Outras vezes as trevas vinham para matar tanto a criança como a mãe, por quebrar o contrato, algumas mulheres conseguiam deixar as crianças com outras famílias ou em porta de Igrejas, assim elas poderiam ter uma vida normal até descobrir o que realmente eram.
 
As mulheres que participavam desse pacto macabro eram chamadas de Bruxas e as crianças deformadas que sobrevieram eram demônios, vampiros, lobisomens, ghouls e muitas outras denominações.



Vejamos o caso do lobisomem: São encontradas grandes pistas em locais frios, com pouca alimentação e grande população. Seu pelo grosso parecido com o de urso o protege das noites geladas, a falta de alimentação natural faz da população seu alimento, baseando na teoria do predador e da presa, a lei básica da natureza.

Texto de Ryan Solis
Comentado por Arcanjo Lycan

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Aprendendo Mais sobre os Lupinos


O que é uma Matilha?!

Um pequeno grupo de Lupinos de espécies diferentes, vinculados uns aos outros por laços de amizade e por uma missão comum. A Matilha é tudo que há de mais importante no mundo para os Lupinos, podemos observar isso conforme o glifo abaixo:

”E, eu, Brancas-Patas-Reluzentes,
caí por terra, chorando,
pois minha matilha estava morta,
e sem ela não sou nada.
Nada faço com minhas patas,
ou olhos, ou braços, ou pernas,
ou pêlo, ou pele.
Sou incompleto, sou nada.
Minha matilha morreu.
Tudo que desejo é juntar-me a ela.”

Para aqueles que são órfãos, a Matilha é a família que nunca pensaram em ter, ela evita que eles se percam no ódio, na raiva, na desconfiança e desarmonia que o mundo pode vir a causar na mente de um jovem Lupino.

Toda Matilha tem um Protetorado, ou seja, um território requerido e patrulhado pela Matilha. Quando um lupino abandona a sociedade a qual pertence, seja de forma voluntária ou forçada, ele torna-se um Ronin, o Lobo Solitário.

Conflitos Dentro e Fora de uma Matilha

Lupinos contra Humanos:

Até hoje alguns lupinos consideram a si mesmos os mestres por direito da raça humana, mas deviam se cuidar, os humanos representam a maior de todas as ameaças (ao menos no sentido físico) que se colocam contra nós, lupinos. A onda inexorável de civilização é o maior inimigo a medida que a praga da urbanização devora as terras e os lupinos, tal lobos famintos no inverno são forçados a lutar entre si pelos minguantes recursos de Gaia (Planeta Terra). Muitos Lupinos defendem uma postura genocida contra os humanos, e decerto todos concordam que alguma coisa precisa ser feita para abrandar a explosão demográfica e a poluição antes que seja tarde demais.

Lupinos contra Vampiros:

Sob muitos aspectos, os lobisomens e os vampiros tornaram-se inimigos. Para aumentar seus rebanhos de humanos, os vampiros promovem ativamente aquilo que os lupinos mais temem: a expansão urbana. Embora a guerra entre lobisomens e vampiros não seja tão aberta quanto alguns acreditam, ainda é um evento comum. As guerras políticas dos vampiros podem envolver os lobisomens de diversas formas.

Lupino contra Lupino:

Embora os lobisomens supostamente compartilhem os mesmos objetivos, isto não os têm impedido de travar batalhas entre si. As tribos de índios americanos odeiam os invasores, mesmo que sejam lupinos. Essas batalhas costumam assumir o aspecto de desafios formais ou semi-formais, mas podem se tornar extremamente violentas no espaço de um segundo.

Membro de Matilha contra Membro de Matilha:

O ambiente de uma matilha é muito volátil, considerando que é formado por estranhos que descobriram que não são o que pensavam que fossem. Normalmente uma matilha é uma verdadeira panela de pressão, e os conflitos que surgem dentro dela podem ser tão brutais quanto qualquer guerra Mundial.

Matilha contra Matilha:

A competitividade instintiva entre lupinos concentra-se fora da matilha depois que seus membros tenham estabelecido a ordem interna. Cada matilha quer os deveres e as cruzadas que ofereçam maior Renome. Além disso, a maioria das matilhas possui territórios que consideram seus, e eles não gostam de invasores de nenhum tipo.

Costumes contra Mudança:

A sociedade lupina baseia-se em seguir e perpetuar os costumes do passado. Porém, alguns lupinos exigem que este aspecto de si mesmos seja descartado, porque consideram que esse conservadorismo tenha sido o motivo do fracasso da espécie. Os novos tempos criaram costumes novos e forçaram a revogação de costumes antigos, mas o ritmo das mudanças é sempre calorosamente debatido entre eles.

Diversidade Lupina

Amor: Os Lupinos são seres emotivos e as paixões evocadas pelo amor podem ser sentidas entre eles com a mesma força que é sentida entre os humanos. Como Lupinos estão decaindo em número, alguns lobisomens consideram seu dever encontrar um parceiro e gerar uma prole. Outros não conseguem evitar essas emoções.

Vidas Passadas: Assim como a História, as tradições e os rituais dos Lupinos afetam a sociedade moderna dos lobisomens, também o indivíduo Lupino pode estar intimamente ligado ao passado. Os Lupinos têm uma tendência a recordar suas encarnações anteriores. A descoberta do sucesso ou do fracasso de um ancestral pode gerar um flashback tão real que o lobisomem pode chegar ter uma transformação indesejada.

Renúncia: De acordo com os dogmas de sua cultura, os Lupinos podem se aliviar da responsabilidade pelo que são ou foram no passado. Este processo é chamado renúncia; um lobisomem que torna-se uma nova pessoa. Todas as honras e postos mantidos em sua ”vida” anterior são perdidos. Ele tem então a oportunidade de recomeçar do zero. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

O Verdadeiro Lobisomem


O Especial


Um renomado zoólogo, especialista em lobos e ex-agente do FBI viaja pela Europa para investigar o misterioso caso do Lobisomem, uma criatura desprezível que se transforma de humano em lobo e assassina brutalmente quando é lua cheia. Explorando a mitologia e o folclore destes seres, veremos que eles estão ligados a práticas estranhas e ocultas, a enfermidades que transformam homens em animais e a histórias extraordinárias, porém verdadeiras, de crianças criadas por lobos. Mas serão a ciência e a tecnologia forense de última geração que nos conduzirão à verdade escondida por trás de séculos de relatos de assassinatos por lobisomens.

Via History Channel