A necessidade de se defender do lobo é um fato ancestral
que deu origem a rituais religiosos, de tal forma que, no arcaísmo das
religiões greco-latinas, encontramos divindades e gênios protetores do gado.
Esse é o caso de Pan e dos faunos. Na mitologia Vascã, temos um curiosíssimo
gênio protetor; de nome Basajaun, senhor dos bosques. A lenda descreve-o alto,
com forma humana e coberto de pelos. Quando este gênio está perto não há perigo
de que um lobo se aproxime. A sua presença é anunciada pelas ovelhas com a
sacudidela simultânea dos seus sinos. Apesar de se tratar de um homem-lobo de
grandes dimensões, tem boas intenções.sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
O Lobo - Grande Matador - A Mitologia do Lobo - Parte III
A necessidade de se defender do lobo é um fato ancestral
que deu origem a rituais religiosos, de tal forma que, no arcaísmo das
religiões greco-latinas, encontramos divindades e gênios protetores do gado.
Esse é o caso de Pan e dos faunos. Na mitologia Vascã, temos um curiosíssimo
gênio protetor; de nome Basajaun, senhor dos bosques. A lenda descreve-o alto,
com forma humana e coberto de pelos. Quando este gênio está perto não há perigo
de que um lobo se aproxime. A sua presença é anunciada pelas ovelhas com a
sacudidela simultânea dos seus sinos. Apesar de se tratar de um homem-lobo de
grandes dimensões, tem boas intenções.quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
O Lobo - Grande Matador - A Mitologia do Lobo - Parte II
Entre os indo-europeus, muitos foram os povos que
surgiram a partir do lobo. Ao sul do mar Cáspio estendia-se Hircania,
literalmente “país de lobos”. Em Frigia temos a tribo dos Orka (Orkoi); na
Arcádia os Lyhaones; na Ásia Menor a Lucaonia. Um povo itálico, os Hirpinos,
tem o lobo como animal originário; segundo Estrabón, os Hirpinos receberam o
seu nome do lobo que lhes serviu de guia até ao seu novo aldeamento; diz este
autor que Hirpus é o nome samnita do lobo, tradição também testemunhada por
Festo. O homem da tribo samnita dos Lucanos, vizinhos dos Hirpinos, derivava,
segundo Heraclito de Ponto, de Lykos, lobo em grego.quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Música - Banda Månegarm
Jonas Almquist – Guitarra
Markus Andé – Guitarra
Jacob Hallegren - Bateria
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Mitologia Nódica: Týr
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| Runa de Týr |
domingo, 5 de abril de 2015
O lobo e o vento
Ele sempre foi diferente de nós. Pele pálida, cabelos castanhos, olhos azuis e gélidos.
Seu olhar era petrificante, sempre parecia que estava olhando-nos direito na alma, sempre que fazia isso ele ostentava um sorriso muito discreto.
Ninguém sabe como ou quando ele chegou aqui. Mas da noite pro dia, ele estava no meio de nós.
Ouvia atento a todas as conversas, mesmo que distantes, tinha excelente olfato e aqueles que ouviram sua voz diziam que era tão bela quanto a de um anjo, que ele tinha o dom das palavras.
Numa noite fria e de ventos fortes acordei de meu sono, abri a janela e o vi andando em direção a floresta, acordei meu irmão e fomos atrás do garoto, temendo que fosse atacado por um animal ou coisa pior.
Ele andava tão rápido e silencioso quanto um fantasma. Eu e meu irmão corríamos e tropeçavamos fazendo um certo barulho na escuridão da noite.
Ao sairmos da floresta nos deparamos com uma enorme colina cheia de gramas verdejantes e enormes pedras.
A criança subiu a colina e ao chegar ao topo parou e não se moveu por vários minutos.
Estufou o peito enchendo-o de ar, achamos que fosse gritar ou chorar, mas para nossa desagradável surpresa, quando ele abriu a boca um inconfundível uivo de lobo ecoou por nossos ouvidos.
Escondemo-nos atrás de umas das pedras ao ouvir o forte vento uivar em resposta e a criança ser envolta por um redemoinho de vento.
Segundos depois o garoto olhou em nossa direção com seus olhos azuis que não eram mais gélidos, mas elétricos e aterrorizantes.
Sorriu como nunca antes e foi completamente tragado pelo redemoinho de vento e uma neblina particulares ao seu redor.
Quando vento e neblina se disciparam ele havia desaparecido, apenas suas vestes estavam lá. Aterrorizados, eu e meu irmão as agarramos e fugimos de volta pra casa, queimamos suad vestes e juramos nunca falar sobre isso em hipótese alguma.
- Hugo Antônio
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Luluna
Mirai, criatura do horizonte!
Com esses olhos taciturnos.
O que se esconde nessa gélida sombra?
Me encurrala com o gume dessa tão assombrosa foice, que já não atina
como fizera outrora.
Me ceifa e arrebata, me prende em uma semana.
Já jaz da minha pobre alma, lamentos que em ti derrama.
É o fulgor que se esvai da sua bondade, e que ganha nova melodia. A
eufonia de uivos das crianças vazias.
Olhai como é majestosa! Até quando rouba todo o brilho de seu rival pomposo.
Contemplai suas formas e sua dança, que embriaga escapulida o
desespero dos amantes.
Eis que torna-me tua serva, com atributos surreais...
Faz-me canídea selvagem, solitária, ameaçadora, diva da noite fugaz.
Poema: Licantropia
Escondi esqueletos no armário,
outros tantos cadáveres no porão,
espíritos do passado estão acorrentados em mim.
chora e sua mãe não ouve.
Da carne o sangue, arrependimento sem perdão.
O céu é uma mentirinha mal contada
e o inferno fica bem aqui.
Então não conte com Dante para ajudar.
como fez com Dorian também.
Quem se deita comigo acorda com a fera
e não há nada de belo num licantropo.
alimento-me da luxuria do seu coração,
por baixo dos panos separo a pele,
lábios pudicos se abrem em êxtase.
Uso do amor para expor seu sexo
e da minha saliva para transformar sua vida.
não sou nem um e nem outro.
Hora homem e hora animal,
os dois sou eu.
...Fique longe, a carne se abrasará,
porém o espírito se salvará.
Ou...
...Se entregue, o corpo se satisfará,
Entretanto a alma se perderá.
Frase - A Própria Mudança
terça-feira, 30 de julho de 2013
Brother Wolf
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Os Lobos estão Chegando [Parte 2]
domingo, 16 de junho de 2013
Os Lobos Estão Chegando [Parte 1]
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Origem de Led Zeppelin
terça-feira, 2 de abril de 2013
Passado... Presente... Futuro
Continuaremos sendo lenda?












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