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quinta-feira, 21 de março de 2013

Espiritualidade Lupina



Lobisomem é um termo designado para explicar a razão de um ser humano que possui a habilidade de assumir a forma de um lobo a qualquer momento do dia, independentemente  se é noite e a lua brilha alto, ou se é dia o sol se exibe, isso é um lobisomem. Segundo as lendas, uma pessoa pode se tornar um lobisomem por muitos motivos, desde herança genética até mesmo por receber uma benção de alguma entidade espiritual muito forte.

Mas como isso próprio diz, nem todas pessoas podem ser Garous, nem todos podem ter acessos à determinados assuntos, e é através do 'anonimato' que muitos mistérios que assolam a mente de muitos humanos continua, e talvez seja por isso que o mundo continue mantendo um equilíbrio.

O mundo todo está conectado, em um perfeito equilíbrio, e a falta de qualquer elemento pode levar ele a uma ruína ou uma nova maneira de pensar e agir, pensem como se fosse uma cadeia alimentar, a falta de um consumidor pode levar a morte de todos os outros, e nisso que vivemos, o equilíbrio ecológico; Se não tiver este equilíbrio tenha certeza, que o mundo teria de arranjar uma maneira de se reestruturar para poder viver em equilíbrio novamente.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Essência Tricotomista


Saudações, aqui sou eu Lobístico Alpha, como poucos de vocês sabem, eu estarei falando muito sobre a questão espiritual das coisas nas próximas semanas, portanto espero que apreciem os textos antes de poder prosseguir.

Poucos sabem, mas o ser humano é tricotomista, ou seja: espírito, alma e corpo; subdividindo a existência de um ser vivo em duas partes apenas: Vital (Corpo e Alma) e Espiritual (Espírito). E nesta postagem estaremos analisando estas duas partes

Parte Vital

Na parte vital da existência existe uma separação entre a alma e o corpo da pessoa que morre, pois a alma é o que torna uma pessoa viva, e o corpo não passa de um recipiente para que a alma possa habitar. Por esse motivo é sempre classificado para termos corpo e mente sãs, pois uma depende da outra.
Um corpo não terá vida se não tiver uma alma habitando nela, isso é o que poderia ser definido como vida. Se não houve esta união de ambos os lados, um determinado ser vivo não poderia existir.

E como temos este dois lados, devemos cuidar para manter ambos limpos e livres de doenças, é como deitar na lama, ao se deitar nela e brincar você se suja, porém se não se limpar, infelizmente, ambos os lados podem ficar marcados e sujos, infelizmente essa sujeira pode acabar produzindo uma doença e essa doença podemos chamar de erro, que por algum motivo acaba condenado a sua alma.

Ex.: Se o corpo estiver sujo, uma alma limpa não poderá realizar suas funções com qualidade.

Parte Espiritual


Na parte espiritual, havendo uma separação, causada por este erro, que chamaremos aqui de pecado, nosso corpo espiritual (Espírito Humano) se “desprende” do elo com a força criadora, ficando a mercê de algum espírito para poder criar com ela um elo espiritual, necessário para a existência de cada indivíduo neste mundo.

Basicamente, funcionaria no estilo de uma grande alcateia de lupinos, existirá um líder na qual as pessoas e os seres vivos acabam por depositar toda a sua confiança, o líder de uma alcateia acaba sendo como um pai para aqueles que os seguem, basicamente essa questão da parte espiritual funcionaria dessa maneira, o espírito estaria sempre procurando uma entidade ou um determinado ser para poder se associar criando assim um elo de adoração, assim definimos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Zoantropia


Zoantropia [do latim zo(o)- + antrop(o) + -ia] – 1. Perturbação mental em que o enfermo se acredita convertido num animal. 2. Metamorfose perispirítica, através de processo de indução hipnótica, em que o Espírito desencarnado, ainda inferiorizado, ganha a forma animalesca. Os Espíritos podem apresentar-se sob a forma de animais. Mas somente Espíritos muito inferiores tomam essas aparências. Em caso algum, porém, será mais do que uma aparência momentânea. Fora absurdo acreditar-se que um qualquer animal verdadeiro pudesse ser a encarnação de um Espírito. Os animais são sempre animais e nada mais do que isto. 

É um tamanho absurdo a forma a qual as pessoas tratam sobre animais em algumas religiões, creio que, se a grande maioria dos defensores dos animais pensasse um pouco mais a respeito (não estou dizendo que não pensam), seriam todos ateus. Posso pegar o Cristianismo como exemplo (meu adorado exemplo), que cita inúmeros de sacrifícios de animais com o intuito de “salvar a espécie humana”. 

Primeiramente, sou totalmente contra ao fato de que uma vida tenha que depender de outra, ainda mais quando depende de um ser inocente, mas enfim, neste post vamos falar um pouco sobre a visão incorreta que as religiões possuem a respeito da licantropia. É um fato que o Satanismo faz uso de figuras que aparentem licantropos, mas isso não significa que seja um. Posso dizer que o que ocorre é um grande preconceito generalizado. 

Os trechos abaixo falam sobre como a licantropia (zoantropia) pode ser mal vista pelas religiões e é erroneamente ligada à figura do Satanismo, sempre informando que lupinos estão com intenções de destruição de suas crenças. 

Se persistimos nas esferas mais baixas da experiência humana, os que ainda jornadeiam nas linhas da animalidade nos procuram, atraídos pelo tipo de nossos impulsos inferiores, absorvendo as substâncias mentais que emitimos e projetando sobre nós os elementos de que se fazem portadores. 

”Imaginar é criar.” 

E toda criação tem vida e movimento, ainda que ligeiros, impondo responsabilidade à consciência que a manifesta. E como a vida e o movimento se vinculam aos princípios de permuta, é indispensável analisar o que damos, a fim de ajuizar quanto àquilo que devamos receber. 

Quem apenas mentaliza angústias e crime, miséria e perturbação, poderá refletir no espelho da própria alma outras imagens que não sejam as da desarmonia e do sofrimento. 

A Zoantropia mostra que não apenas desencarnados, mas também encarnados podem sofrer essa metamorfose, basta ver que já foi citado o caso de Nabucodonosor. 

“.... vão expulsar-te dentre os homens, para te fazer viver entre os animais... pastarás ervas como os bois...”( Bíblia –Livro de Daniel). 

Basta fazer uma busca pela vida de Santa Gemma Galgani (1878/1903) onde conta-se, um cão feroz aparecia saltando sobre ela durante a noite. São Pedro de Alcântara (1499/1562), onde o demônio aparecia, atirava-lhe pedras e o arrastava pelo chão.O mesmo aconteceu com Dom Bosco (1815/1888), de grande mediunidade, para quem os espíritos malfazejos apareciam em formas de lobos (licantropos), ursos, serpentes ou como monstros cujas formas eram indizíveis. Conta-se que São Geraldo Majela (1726/1755) foi atacado certa noite por um cão descomunal que desapareceu assim que o Santo fez o sinal da cruz, mas foi também doutra feita , arrastado por cães enormes que lhe causaram feridas por todo o corpo. 

 “Em atormentadas investidas contra o valoroso missionário italiano (Dom Bosco), as entidades perversas das regiões inferiores do Invisível também assumiam as mais terríveis formas espirituais. O insuspeitíssimo Padre Auffray descreve o fenômeno de zoantropia, declarando que perseguidores desencarnados apareciam ao santo “sob as expressões de animais ferozes – ursos, tigres, lobos – ou sob o aspecto de monstros indescritíveis, que o atacavam furiosamente.” 

Numa das muitas revistas espíritas foi relatado o caso de um menino de 14 anos, residente no Sítio Coqueirinho, em Mangabeira. Internado com crises de epilepsia, os pais notaram marcas de pancadas pelo seu corpo, segundo ele, apanhara muito. Levado a Casa espírita, conta-se que o menino não parecia mais ter a forma humana, o espírito que o obsedava transmitia para ele, sua forma (zoantropia), fazendo-o ter a forma de um macaco. Furioso, procurava ele morder as pessoas e guinchava feito um animal. Seu rosto tomara a forma siamesca e ele agia tal qual o animal. 

Em conversa com uma senhora do interior (São Carlos), ela contou, ainda sentindo arrepios pelo corpo, que certa noite de verão, ela, igualmente com algumas crianças, brincavam do lado de fora das casas como era costume. A vizinhança acalorada conversava na rua até que ouviu-se o ruído de galope ligeiro. Todos silenciaram e olharam na mesma direção. Pela rua afora, disparado como um raio, um cão enorme, de pelos negros e dentes enormes corria na direção das pessoas. A senhora conta que todos correram apavorados. O lobo gigante uivava e latia, babando na direção das crianças. Não atacou ninguém, relata ela, mas o medo daquela noite a persegue e, se perguntada, ela afirma: era sim um lobisomem (licantropo). 

Nota Final:
Licantropia não é Satanismo, não confunda as crenças!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Kitsune - O lobisomem Japonês (Parte 2)


Salve Salve Galera,  na postagem anterior  falamos um pouco mais sobre o kitsune, agora iremos para a segunda parte espero que vocês gostem

Vida raposa-demônio

Lobisomens Kitsune são por si mesmas após a morte de uma raposa, ou as almas de pessoas que não foram limpos antes dos céus. No início de sua vida após a morte kitsune satisfeito apenas a cauda e não pode assumir a forma humana. Quando eles viram 50 ou 100 anos, eles atingem a maturidade. Agora eles podem se transformar em um homem, mas sei como esconder a cauda não é tudo, e por causa de sua mentira é facilmente descoberto. 

Eventualmente, quando o kitsune aparece cinco ou mesmo sete caudas, eles já aprendem magia, pode direcionar um fantasma, envie um louco, tornam-se invisíveis. Às vezes, eles são, pelo contrário, traz boa sorte. E apenas os lobisomens, cuja idade é igual a mil anos, são nove caudas, e seu "casaco de pele" se torna branco. Os japoneses chamam esses de Kyuubi, ou raposas celestes. As Kyuubis podem controlar os fenômenos da natureza tempo, e desviam as pessoas para outros mundos, mas, como uma regra, estas raposas são raramente prejudicial para os seres humanos.


 Kitsune e as pessoas

Atitude de criaturas encantadoras e inteligente de outro mundo, a dupla japonesa. É uma mistura de adoração e medo, que pode fazer o daemon como o melhor amigo do homem e inimigo mortal. Dependendo de quem é uma raposa

Para se comunicar, ela pode assumir qualquer forma - uma menina bonita, de boa aparência jovem, um velho sábio ou uma criança inocente. Eles são capazes de manter uma conversa inteligente, são especialistas em quase todas as profissões, além disso, os kitsunes são os melhores comerciantes. Eles são muito sexys, por isso os japoneses acreditam que muitas das gueixas são na verdade Kitsunes disfarçados.




Psiquiatras japoneses identificam ainda uma forma de transtorno mental chamado de "kitsune-tsuki" (Semelhante a licantropia). Também acredita-se que raposas podem incendiar casas, graças ao seu controle elemental, e dessa maneira sonhar com lobisomem é considerado um mau presságio.

Mas nem todos os kitsunes são considerados problemáticos existem vários que juram proteger uma determinada família e por esse motivo acompanha eles durante toda a vida. Durante muito tempo os japoneses pensaram que o homem que provou carne kitsune, se torna forte e muito sábia. Se alguém está seriamente doente, os familiares escreveram uma carta deus Inari, mas se o paciente não se recuperar depois disso, a raposa no bairro é brutalmente exterminados.


Quem tem medo de cães?

 Os japoneses acreditam que em nossos dias pode ser encontrado em toda parte um kitsune. Eles habilmente se adaptaram à vida moderna, seus conhecimentos da natureza humana, talentos, charme natural e habilidade para enganar acabou deixando se sentir à vontade, mesmo na cidade. Eles podem ser encontrados em finanças, metido no universo das artes. Diz-se que kitsune são ótimos poetas brilhantes e eruditos. Mas como você determinar quem é um kitsune ou um humano? Dizem que é fácil. Você só precisa ter cuidado. Os Kitsunes são sempre bonitos e inteligente, sempre tentando atrair a atenção do sexo oposto, e muitas vezes se comportam mais levianamente.
Kitsune têm medo de cães, e os cães odeiam eles. Portanto, os japoneses se sentem desconfiados quando seu novo amigo não só mantém um cão em casa, e esta sempre a falar negativamente sobre eles, e nas ruas todos os cães rosnam para ele.

Uma História de Amor


E a alma das raposas japonesas ainda está lá. Ele está dentro de uma jóia que kitsune estão sempre com você - na boca, no pescoço como um colar ou uma pulseira. Se uma pessoa é capaz de tirar este tesouro, o kitsune é capaz de realizar um desejo. Apenas, devemos notar que a raposa possui um espírito vingativo, talvez, um desejo pode custar caro mais tarde.
Mas basta fazer os lobisomens e os bons. Apaixonar-se com uma pessoa, eles se tornam amigos rapidamente, pronto para ajudar, dar conselhos sábios. Eles são mães e pais atenciosos, e seus descendentes possuem muito talento, força, atratividade e capacidade de se comunicar com o mundo espiritual.
Para acreditar nas lendas sobre lobisomens ou não, não sabemos. Mas todos os japoneses, sabe a história de amor do homem e da raposa, que iniciou a família Kitsune, cujos descendentes ainda vivem no Japão, ou não.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Licantropia Espiritual



E lançar-se-ão da companhia dos homens, e a tua habitação será como as alimárias e feras; comerás feno como boi. E sete tempos passarão por cima de ti, até que reconheças que o Excelso tem um poder absoluto sobre o reino dos homens, e que os dá a quem lhe apraz.

Daniel, 4:29

Aos hospitais  e consultórios  psiquiátricos  acorrem muitos casos de licantropia. Tivemos ocasião de observá-los sob vários aspectos. Dentre eles, descreveremos um ilustra  o processo obsessivo: o de um paciente licântropo que se julgava um cachorro.

O licântropo crê ser um lobo; e por extensão qualquer outro animal, e mesmo um insento ou uma planta.

Um dos mais antigos exemplos é-nos narrado pela Bíblia; o episódio de Nabucodonosor: “... durante sete anos foi atacado por uma loucura extraordinária que o fez viver entre os animais e como eles”. (Daniel – 4: 1-34).

Apesar de aparentar grande complexidade, o processo é muito simples: é uma aplicação do hipnotismo diretamente ao Espírito a ser obsedado. Durante o sono, quando o Espírito  se desprende parcialmente do corpo carnal, o obsessor aproveita para ministrar-lhe passes hipnóticos, sugerindo-lhe ser isto ou aquilo. E o paciente, acordado, passa a viver esquisitamente; e à medida que o obsessor reforça a sugestão, mais e mais aumentam as esquisitices.

Era um paciente que se internou como um cachorro, e procedia como tal: rosnava, latia, andava de joelhos e apoiado nas mãos como se tivesse quatro patas,  e que alguém invisível o puxasse por uma corrente; sentava-se a um canto, farejava e ameaçava atacar quem dele se  aproximasse; enfim, era um perfeito cachorro em forma de gente.

Levado ao trabalho de desobsessão, apresentou-se um Espírito por meio de Da. Elba, que foi declarando:

- Esse cachorro é meu; tratou-me como um cão; agora é minha vez; eu é quem trato dele.

E ali mesmo deu  algumas ordens ao pseudo cachorro, no que foi obedecido servilmente.

A enfermagem espiritual foi longa e árdua. Inteligente  e maligno, o obsessor compareceu a inúmeras sessões. Só depois que  se rendeu à evidência é que pudemos fazer a desipnotização do paciente, no que fomos auxiliados por seu ex-verdugo.

(...)

Todavia, a cura total da licantropia só é possível quando a atuação do obsessor for recente, cingindo-se ainda ao perispírito da vítima. Porém, se a atuação for velha e já atingiu o âmago do cérebro, a cura se torna dificílima; nesse caso, pode haver cura, mas sempre parcial, nunca total.

Evangelho das Recordações, por Eliseu Rigonatti – página 95-96
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