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sábado, 3 de março de 2012

Lobisomem: O Apocalipse

Lobisomem: O Apocalipse é um jogo de RPG da editora  White Wolf.É conhecido por muitos por ser  mais importante e completo título da série "Mundo das Trevas". O jogo usa um sistema de o sistema interpretação dos fatos e eventos e é o sucessor de Vampiro: A Máscara.

O jogo:



Num planeta sombrio e assustador, a natureza é povoada pelos espíritos criados por Gaia, a Mãe Terra, responsáveis por todos os aspectos do mundo. Os principais agentes de Gaia — Lobisomens ou Garou — são híbridos entre homens e os espíritos de animais, seres com capacidade de se transformar em feras para proteger a Mãe Terra.

Gaia passou a ser ameaçada quando os lacaios de Wyrm, inimigo dos Garou, começaram a depredar a natureza, alterando e moldando o planeta para atender às seus próprios interresses. A Mãe ordenou que o mal fosse controlado e erradicado... mas isso nunca aconteceu. O fim dos tempos se aproxima e a luta pelo equilíbrio perdeu o sentido. Agora, os sinais do lendário Apocalipse emergem nas noites finais e os lobisomens se esforçam para salvar a própria vida na Terra e criar uma esperança para as gerações futuras.

Os Garou são dividos em auspícios, que são divisões espirituais, o que define o auspício de um lobisomem é a lua em que ele nasceu. Os aúspicios determinam a personaliade do lobisomem. São eles:

    Ragabash (Lua Nova, o Trapaceiro, o Questionador das Tradições) são os que nasceram sobre a fase da Lua Nova. Possuem uma personalidade divertida, adorando pregar peças nos seus amigos e usando truques e manhas para derrotar seus inimigos.
    Theurge (Crescente, o Vidente, o Pesquisador das Tradições) são os espiritualistas, nascido na fase Lua Crescente, ligados de maneira profunda com a Umbra e seus habitantes: os espíritos. Os Theurges são os xamãs, curandeiros e visionários da sociedade lobisomem, seguindo o caminho da Sabedoria.
    Philodox (Meia-Lua, o Juiz, o Guardião das Tradições) são os mais moderados. São os filhos da Meia-Lua, juízes e conselheiros dos lobisomens. São defensores da conduta moral dos Garou de acordo com os sagrados dogmas da Litania, sendo excelentes líderes em tempos de paz. Por isso, são os mais honrados lobisomens.
    Galliard (Lua Minguante, o Dançarino da Lua, Amante das Tradições) são os nascidos sobre a Lua Minguante. São os bardos, historiadores e profetas da Nação Garou. É conhecida pelo seu amor a Litania, sendo os braços direitos dos líderes, quer sejam Ahroun ou Phillodox. Apesar de sua coragem destemida e seu ânimo, os Galliards preferem viver na sombra dos Ahrouns, costumam ocupar diversas ocupações entre as matilhas.
    Ahroun (Lua Cheia, o Guerreiro, Protetor das Tradições) são os de Fúria encarnada. A guerra é seu prazer; sangue, o seu vinho. Os Ahroun são os heróis das lendas, guerreiros destemidos e ferozes, os líderes natos em tempos de guerra como os do Apocalipse. As maiorias das matilhas possuem tais lobisomens como líderes, enquanto as Seitas e Caerns preferem líderes mais moderados.

 Os lobisomens ainda são divididos em tribos que corresponem somente ao lugar onde eles moram.

O sistema de jogo trata-se do mesmo de Vampiro, mas também houveram algumas mudanças interessantes. Um dos mais significativos está na mecânica de experiência. Não encontramos apenas um tabela de custos para cada parte da ficha do personagem, os Garou possuem níveis, chamados de Posto, e este aumentam segundo a Gloria, Honra e Sabedoria que se acumulam por seus atos. Ao termino da aventura, estas três categorias sobem ou baixam segundo os seus atos, e quando atingem certo nível, elevam o personagem de Posto, o que lhe permite ter acesso a novos poderes e habilidades e assim o jogo continua.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Teste de Rorschach

O QUE VOCÊ VÊ?!







"Uma vez eu ouvi uma piada:
O Homem foi ao médico e disse estar deprimido. Disse que a vida parecia dura e cruel. Disse que se sentia sozinho e ameaçado diante do mundo vago e incerto.
O médico diz que o tratamento é simples: "O Grande Palhaço Pagliacci estará na cidade esta noite, vá vê-lo. Isso deve animá-lo."
O Homem explode em lágrimas e diz: "Mas doutor, Eu sou o Pagliacci."
Boa Piada, todos  riem."

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Esse Sim Gosta de Lupinos!


O britânico Shaun Ellis é um especialista em comportamento de Lobos. Ele optou por viver ao lado dos animais como se fosse um deles, por um longo período, a fim de entender melhor como vivem esses animais e também para ajudá-los diante da ameaça da extinção. Em 2005, foi morar em meio a uma alcateia no Parque de Vida Selvagem Combe Martin, no Reino Unido e por lá passou dois anos. Seu objetivo era ensinar três filhotes órfãos de Lobos canadenses a sobreviver na reserva natural. Para isso, se alimentou e dormiu com os Lobos, sem qualquer contato com humanos, até sentir que fazia realmente parte do mundo dos animais.

"Acredito que os Lobos têm segredos a serem compartilhados. E Eles confiaram em mim o suficiente para dividi-los comigo", afirma.


A experiência resultou no livro The Man Who Lives With Wolves (O Homem que Vive com os Lobos), escrito em parceria com o jornalista Penny Junor. Na entrevista a seguir, Ellis fala sobre a aventura e defende que o estudo do comportamento dos Lobos pode ensinar algo aos Homens.

Veja abaixo a entrevista que o fantástico homem deu a revista veja:


Quando surgiu sua paixão pelos animais selvagens?
Ela começou cedo. Cresci no campo, em uma fazenda, onde tinha contato com muitos animais. À medida que fui crescendo, trabalhei com outras espécies selvagens. Comecei estudando raposas: esse foi o início de tudo. Só depois passei a me interessar profundamente pelos lobos. Vivi por anos numa tribo americana, no estado de Idaho (EUA), onde aprendi muito sobre esses animais, e nunca mais parei de estudá-los.



Viver entre os lobos é a melhor forma de estudá-los?

Acredito que existem diferentes formas de se descobrir informações sobre os lobos. Muitas pessoas trabalham com a observação, como os biólogos e os ambientalistas. No meu caso, é importante me juntar aos lobos e viver entre eles. Os pesquisadores trabalham de formas diferentes, de acordo com sua especialidade, mas nós só seremos capazes de ajudar essas criaturas a dividir o nosso mundo e começar uma comunicação com eles se conseguirmos compartilhar o que há de diferente em cada disciplina: a biologia, o estudo comportamental, a ecologia.

Seu trabalho é considerado controverso pelos outros especialistas?
Sim, os biólogos, por exemplo, têm problemas em entender o jeito com que eu trabalho. Para eles, os lobos não deveriam conviver com humanos, nem sequer vê-los. Quando fui viver entre os lobos, me tornei um membro de sua família - outros pesquisadores se manteriam distantes. Porém, se eu não interferisse e não tomasse decisões pela matilha, eles não veriam tudo o que os humanos têm para oferecer a eles. Além disso, como outras criaturas, os lobos não dividem seus segredos facilmente, a não ser com sua própria alcateia. O que fiz foi me tornar parte dessa família e conhecer de perto esses segredos, para tentar ajudá-los.

Há casos de pesquisadores que se propuseram a viver entre animais selvagens e foram mortos por eles. O documentário O Homem Urso, por exemplo, de Werner Herzog, mostra a trágica história de Timothy Treadwell, que, após viver 13 anos com os ursos, foi engolido por um deles, em 2003.
É sempre trágico quando ocorre algo como os acidentes com Treadwell e Steve Irwin (naturalista australiano morto por uma arraia em 2006). Mas, por mais que eles tenham tido esse triste fim, ninguém nunca chegou tão perto dos animais quanto eles chegaram. Quando a pessoa dá sua vida por uma boa causa, temos que honrá-las e, claro, tirar proveito de suas pesquisas. Irwin dizia que só é possível ajudar os animais estando ao lado deles. Eu gosto de seguir sua filosofia. Acho admirável quem sacrifica a vida para tentar ajudar os animais.

Em algum momento o senhor sentiu medo de estar entre lobos?
Nos estágios iniciais, eu tinha um medo natural de ataques nas noites de lua cheia e de todos esses mitos e lendas que fazem com que os lobos pareçam mais perigosos do que eles realmente são. Conhecendo os animais mais profundamente, encontrei algo totalmente diferente do que já tinha sido dito sobre os lobos. Posso até dizer que a maior parte do que é dito sobre eles não é verdadeiro.

O senhor fez uso de equipamentos de segurança para evitar situações perigosas?
Não. Depois de conversar com muitas pessoas, decidi que iria completamente "nu": sem equipamentos de segurança, wi-fi ou comida cozida. Queria que os animais se aproximassem de mim, e não que eles vivessem do meu modo. Foi preciso acreditar nos animais e me infiltrar em uma outra família.

O senhor acha que de fato conseguiu penetrar no mundo dos lobos?



Acredito que os lobos têm segredos a serem compartilhados. E eles confiaram em mim o suficiente para dividi-los. Graças à sua educação, conhecimento e disciplina, eles me deram muitas informações. O meu papel é dividir esse conhecimento com outras gerações e incorporá-los no nosso mundo.


Como foi se alimentar como os lobos?
Demorei um tempo para me acostumar. Se nós homens somos o que comemos, o mesmo acontece com os lobos. Além do lado nutritivo, o que eles comem interfere no cheiro de seus corpos e no reconhecimento dos membros por parte da família. Para mim, foi uma das coisas mais importantes seguir o mesmo cardápio deles, para me manter seguro na matilha. Parece discutível para quem está de fora, mas, quando se está num ambiente muito frio (a temperatura chegava a -20° C), onde achar comida é tão difícil, a carne crua parece apetitosa, pode acreditar. Nosso corpo se prepara aos poucos para os novos hábitos. Nunca estive tão saudável como quando estive com os lobos.

O senhor acredita que sua experiência trouxe aplicações para outros estudiosos?
Espero que outros pesquisadores façam uso das técnicas e do meu aprendizado para seus estudos, não só sobre lobos, mas qualquer outro animal que também precise da nossa ajuda. Mas é importante levar em conta que não somos "masters" em seus mundos. Os lobos aceitaram viver comigo durante certo período de tempo porque me disponibilizei a aprender a estar ali. Os animais, particularmente os lobos, vivem de acordo com valores ultrapassados: confiança, equilíbrio, coisas de que todos nós precisamos. Não podemos levar obstáculos a eles, mas fazer com que os animais nos respeitem. Para isso, é preciso respeitá-los e viver em harmonia com eles.

O senhor se submeteria novamente a uma experiência parecida?
Boa pergunta. Agora que tenho 45 anos, estou em um ritmo mais lento, sou menos capaz de aguentar o frio e o mundo dos lobos. Talvez seja hora de dar aos mais jovens a oportunidade e as informações suficientes para que eles dêem continuidade a esse trabalho.

Como pessoas que não têm especial interesse por lobos podem se beneficiar de seu livro?
O lobo pode ser interessante para qualquer pessoa: quem gosta e quem não gosta deles, quem tem cães domésticos ou não. Basta dar crédito ao que podem nos oferecer: eles são nossos professores supremos. Na minha opinião, a maior lição que podemos aprender deles é o valor de suas famílias. Na Inglaterra, temos problemas em socializar nossas crianças. Acredito no poder dos princípios dos lobos para a criação dos nossos jovens. O livro pode fazer com que as pessoas olhem para a vida de uma forma diferente.


Fonte: Revista Veja, para saber mais recomendo que assistam Vivendo entre Lobos, documentário que pode ser alugado em qualquer locadora.

P.S: Então gente, este é meu primero post, acabei de entrar para a equipe aqui do Arcanjo Lycan, e prometo uns posts bem legais, para vocês. Abraços a todos, Kiba.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Lobo da Coragem! # 6



EU NÃO ESTOU COM RAIVA!!!
EU SOU ASSIM O TEMPO TODO!!


Porque tem gente que pergunta até você ficar com raiva mesmo...
Ps.: Eu sei que eu faço isso viu Amor... kkk’

sábado, 17 de setembro de 2011

Lobo da Coragem!


Balas?!

Tente com as de Prata!


Ps.: O chato é que elas também não irão surtir efeito algum! kkkk'

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lobo da Coragem

Você Dorme... Nós Vivemos!

Ps.: Bárbara vai concordar com isso plenamente!

sábado, 2 de julho de 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011